A educação corporativa está no planejamento, mas o engajamento não aparece?
Se você trabalha com sustentabilidade em uma empresa, talvez já tenha vivido esta cena: um treinamento cuidadosamente preparado, com conteúdo relevante e visual bem feito, que termina com baixa conclusão, respostas superficiais e mudança de comportamento pouco perceptível.
É chato, né? E também prejudica a área responsável, que investe tempo, recursos e cria expectativas em uma ação que nem sempre gera o retorno esperado. Além de enfraquecer a percepção de valor da iniciativa, o baixo engajamento pode dificultar o avanço de metas e limitar o impacto que a agenda de sustentabilidade poderia ter na prática.
A boa notícia é que engajamento não é um traço de personalidade do público. O envolvimento com as ações educativas é, em grande medida, resultado de como a experiência de aprendizagem foi desenhada.
Na Civicus, não acreditamos em soluções de prateleira quando o objetivo é mobilizar pessoas em torno de temas estratégicos. Por isso, desenvolvemos experiências de aprendizagem personalizadas, pensadas a partir do perfil de cada público, dos desafios da organização e dos resultados esperados. Quer entender melhor como isso pode funcionar na sua empresa? Fale com a gente e receba um diagnóstico gratuito!
E, se quiser dicas práticas de como deixar seus treinamentos de sustentabilidade mais engajadores e eficazes, continue a leitura!
O que é educação corporativa e por que isso importa?
Educação corporativa é toda ação estruturada de aprendizagem ligada aos objetivos, à cultura e à estratégia de uma organização. Por isso, ela não se limita a treinamentos pontuais nem se restringe apenas aos colaboradores internos.
Ações de educação corporativa podem envolver diferentes públicos, desde que o aprendizado faça sentido para a estratégia da organização. Isso inclui, por exemplo:
- Lideranças;
- Terceiros;
- Fornecedores;
- Parceiros;
- Distribuidores;
- Clientes;
- Rede de vendas; e
- Outros stakeholders (públicos de interesse), em alguns contextos específicos.
Com o tema sustentabilidade, essa lógica fica mais evidente. Afinal, a agenda ESG (ambiental, social e de governança) não depende apenas do que o time interno sabe. Ela passa pelas decisões, práticas e comportamentos de quem se relaciona com a organização ao longo de toda a cadeia de valor. Por isso, pensar em educação corporativa em sustentabilidade é entender que aprendizagem e engajamento caminham juntos.
É preciso despertar interesse, manter o tema próximo da realidade de cada público e mostrar, com clareza, por que ele importa. Isso faz diferença concreta nos resultados. Um fornecedor que não compreende os critérios socioambientais da empresa pode gerar riscos, falhas de conformidade e fragilidades na cadeia.
Por outro lado, um(a) colaborador(a) mais bem informado(a) sobre compromissos, escolhas e impactos da organização tende a tomar decisões mais alinhadas à estratégia da empresa, incorporar o tema com mais consistência no dia a dia e contribuir de forma mais efetiva para o avanço da agenda ESG. Em ambos os casos, a forma como a organização educa e engaja esses públicos influencia diretamente a consistência da sua estratégia.
Se bem desenhada, a educação corporativa torna o tema mais compreensível, próximo da realidade do público e fácil de aplicar. No campo da sustentabilidade, isso é decisivo. Não basta informar, é preciso sensibilizar, gerar identificação e estimular ação!
Principais desafios na educação corporativa

A dor do baixo engajamento é mais comum do que você imagina e acontece em todas as áreas. Estudos brasileiros sobre educação corporativa, com participação de pesquisadores da FGV, mostram que o engajamento em experiências de aprendizagem no contexto corporativo pode ser afetado por diversos fatores.
Tudo influencia… tempo disponível, interatividade, comunicação interna, esforço percebido e expectativa de resultado. Em outras palavras, quando o treinamento não parece útil, acessível ou conectado à realidade do público, a adesão tende a cair.
Para consultar esses estudos, basta acessar os links reunidos ao final deste texto!
Os treinamentos de sustentabilidade enfrentam um desafio particular. Diferentemente de temas mais imediatamente associados às regras, atividades de risco ou rotinas operacionais, a sustentabilidade ainda costuma ser percebida, de forma equivocada, como um assunto complexo, abstrato e distante do dia a dia.
Quando o conteúdo fala em emissões de gases de efeito estufa, ODS, cadeia de valor ou materialidade, sem traduzir o que isso muda na rotina de quem está na operação, no administrativo ou no atendimento, a mensagem perde força. A pessoa até conclui o módulo de um treinamento, mas não sai dele sabendo o que deve observar, decidir ou fazer de forma diferente.
Há também um erro recorrente de posicionamento. Em muitas empresas, treinamentos de sustentabilidade são tratados como peças isoladas de comunicação da área, e não como um conteúdo que faz parte da estratégia de negócio. Quando isso acontece, o objetivo real tende a ser cumprir calendário, alimentar relatório ou responder a uma exigência externa. E o resultado? Costuma ser previsível: conteúdo genérico, linguagem distante e baixa retenção.
Para a própria área de sustentabilidade, esse cenário cobra um preço. Um treinamento mal recebido não significa apenas baixo aprendizado. Ele também pode diminuir a força da pauta internamente e dificultar o reconhecimento de sua importância por outras áreas.
Está enfrentando esses desafios na sua empresa? A Civicus é referência em engajamento e educação corporativa para stakeholders. Vamos construir a solução juntos!
Um novo conceito de engajamento
Ouvimos a palavra engajamento e logo pensamos em taxa de abertura de materiais, respostas aos questionários e conclusão. Esses indicadores importam, mas são só o começo.
O engajamento que mais interessa é o que aproxima o tema da realidade do público e aumenta a chance de mudança concreta. Isso pode aparecer em comportamentos simples: o time começa a separar corretamente os resíduos, revisa com mais atenção os critérios de compras, identifica com maior facilidade os riscos trabalhistas em fornecedores ou compreende por que determinada exigência socioambiental faz parte da rotina da empresa.
Em outras palavras, engajar não é apenas fazer a pessoa chegar ao fim de um treinamento. Ela precisa reconhecer a utilidade no conteúdo e conseguir conectá-lo ao seu contexto de trabalho.
A cadeia de valor também precisa aprender
Outro erro comum é concentrar toda a formação em sustentabilidade apenas nos colaboradores diretos. Essa escolha ignora uma parte importante dos riscos e das oportunidades ESG de qualquer organização.
Fornecedores, prestadores de serviço e parceiros comerciais influenciam diretamente em temas como emissões, práticas trabalhistas, segurança, conformidade e reputação. Se esses públicos não compreendem os critérios socioambientais da empresa contratante, a lacuna aparece em auditorias, avaliações, processos de due diligence (checagem prévia de conformidade) e, em alguns casos, em crises públicas.
Dessa forma, estender ações formativas à cadeia de valor não é excesso de zelo, mas uma forma inteligente de gerenciar riscos. Ao mesmo tempo, amplia o alinhamento com parceiros estratégicos e fortalece a implementação da agenda ESG em toda a rede de relacionamento da organização.
E como as pessoas aprendem melhor?

Antes de discutir formato de materiais e treinamentos, vale entender um ponto fundamental: as pessoas não se engajam porque um tema é importante em tese. Elas ficam motivadas quando percebem aplicabilidade que gera valor e facilidade em suas vidas. Partimos dessa premissa para estruturar nossas soluções com metodologias consagradas de aprendizagem de adultos, capazes de tornar o conteúdo mais relevante e mobilizador:
Modelo Fogg de Comportamento
O Modelo Fogg de Comportamento ajuda a entender por que as pessoas nem sempre fazem o que é esperado delas. Segundo essa lógica, um comportamento depende da combinação entre motivação, capacidade de agir e um estímulo claro (gatilho) para a ação.
No contexto da aprendizagem, o público precisa enxergar valor no tema, conseguir participar sem esforço excessivo e receber um direcionamento claro sobre o que fazer. Se o acesso é difícil, o conteúdo parece distante e complicado ou a ação esperada não fica clara, a tendência é adiar, concluir sem envolvimento real ou simplesmente fazer para “cumprir tabela”.
Para iniciativas de sustentabilidade, em vez de começar por uma introdução abstrata do tema, vale partir das perguntas que o público faz, mesmo sem verbalizar em voz alta: “Por que isso importa para o meu trabalho?” e “O que eu devo fazer com isso?”
Andragogia
A andragogia, abordagem voltada à aprendizagem de adultos, parte da ideia de que eles aprendem melhor quando conseguem relacionar o conteúdo à própria experiência, perceber utilidade imediata e entender por que aquilo faz sentido naquele contexto.
Um módulo de conteúdo que apresenta apenas conceitos técnicos tende a ter baixo impacto. Já um conteúdo que mostra possibilidades concretas, dilemas reais e aplicações do dia a dia tende a gerar muito mais adesão.
Nudge
O conceito de nudge (“empurrãozinho”), ou pequeno estímulo comportamental, ajuda a explicar como os detalhes na construção de experiências educativas fazem tanta diferença.
No contexto de aprendizagem, os incentivos comportamentais podem aparecer nos detalhes:
- Lembretes enviados no momento certo (próximo a algum prazo importante, por exemplo);
- Mensagens personalizadas para cada público;
- Indicação de progresso em treinamentos e tarefas;
- Acesso facilitado aos materiais educativos;
- Conteúdos divididos em etapas curtas.
Microlearning
O microlearning parte de uma lógica simples: é mais fácil consumir cinco minutos de conteúdo focado do que cinquenta minutos de exposição densa. É um formato que reduz a “barreira de entrada”, facilita o encaixe na rotina e tende a favorecer retenção e conclusão.
O mais indicado é criar blocos de conteúdos com duração máxima de 15 minutos cada. Se os conteúdos forem vídeos enviados separadamente (pílulas de informação) devem ter entre 2 a 5 minutos. Materiais com essa média de duração são ideais para o consumo “just-in-time” (ou seja, na hora que o usuário precisa consultar).
Outras possibilidades de formato são os infográficos, carrosséis (próprios para redes sociais), GIFs, flashcards (cartões de memorização) e podcasts curtos.
Gamificação com propósito

“Gamificar” significa incluir elementos lúdicos típicos de jogos nas experiências educacionais. Por exemplo: pontuação, feedbacks, ranking, premiação, níveis/etapas, avatares, quizzes, desafios rápidos.
Gamificação não deve ser sinônimo de excesso de estímulo ou competição vazia. O objetivo é criar senso de avanço, participação e reconhecimento. Quando a gamificação serve apenas para enfeitar, o público percebe. E o interesse? Você já sabe: desaparece tão rápido quanto surgiu.
Além disso, nem sempre é preciso uma grande plataforma para melhorar o engajamento. Muitas vezes, é o desenho da experiência que muda o resultado!
Quer aprender a construir treinamentos instigantes e engajar melhor colaboradores, fornecedores e outros stakeholders em sustentabilidade? A Civicus apoia organizações no planejamento e execução de experiências de aprendizagem estratégicas. Entre em contato com a nossa equipe e entenda como podemos apoiar o seu desafio.
Como desenhar iniciativas de educação e engajamento em sustentabilidade que realmente funcionam?
Antes de pensar em uma plataforma ou começar a elaborar o conteúdo, vale organizar algumas decisões:
- Defina um público específico: esse talvez seja o passo mais importante. Públicos diferentes têm rotinas, repertórios, dúvidas e incentivos distintos. Se o recorte não for claro, o conteúdo tende a ficar genérico. Exemplo: para lideranças, pode fazer mais sentido abordar critérios de decisão e papel de influência; para equipes operacionais, a atenção tende a estar em procedimentos, condutas esperadas e respostas a situações concretas do dia a dia.
- Estabeleça os comportamentos ou os objetivos específicos de aprendizagem desejados: “conscientizar” é amplo demais. O ideal é definir o que a pessoa deve saber identificar, decidir ou fazer ao final da experiência. Exemplo: em vez de ter um objetivo vago como “sensibilizar sobre ESG”, podemos buscar “ajudar a pessoa a reconhecer situações de risco socioambiental na sua rotina e saber como agir diante delas”.
- Escolha o formato com base no objetivo geral: campanhas, trilhas, cartilha, vídeo curto, quiz, treinamento SCORM, pílulas para WhatsApp, mural físico e workshops cumprem funções diferentes. O melhor formato é o que respeita o contexto do público e favorece a aprendizagem. Exemplo: para colaboradores que atuam em campo e usam o celular com frequência, conteúdos curtos enviados por WhatsApp podem funcionar melhor; se o conteúdo tiver temas que exigem registro de conclusão e padronização, um treinamento em SCORM tende a ser mais adequado.
- Selecione o canal que faz sentido para aquele público: o melhor canal não é necessariamente o mais sofisticado, mas o que o público realmente usa na rotina. Um bom conteúdo pode perder potencial se estiver distante do dia a dia de quem precisa acessá-lo. Exemplo: Se as pessoas usam mais e-mail na empresa, será que faz sentido enviar materiais pelo WhatsApp? Elas conseguirão acessar com facilidade no horário de trabalho? Elas terão que baixar no próprio celular para assistir? Na empresa é permitido o uso da versão web? São perguntas que devem ser feitas!
- Escute antes de produzir: entrevistas rápidas, grupos focais e testes com pequenas amostras de pessoas ajudam a compreender o repertório do público, a maturidade da conversa/assunto na organização, os possíveis pontos de tensão e as abordagens com maior potencial. Isso torna o material mais aderente ao contexto real e reduz o risco de investir em uma solução pouco efetiva. Exemplo: se sua empresa está investindo em um treinamento voltado ás lideranças sobre diversidade e machismo no ambiente de trabalho, e esse grupo é composto majoritariamente por homens, será que basta ouvir apenas esse público antes de desenhar a solução? Ou também é importante escutar pessoas lideradas e outros grupos impactados para entender se o tema já foi abordado antes, como ele tem sido percebido na prática, quais desconfortos ou resistências existem e que tipo de abordagem pode favorecer uma conversa mais aberta e efetiva?
- Meça e ajuste: taxa de conclusão e satisfação ajudam a mensurar, mas não bastam. Sempre que possível, vale observar também a percepção de utilidade, mudança de comportamento e sinais de aplicação prática. Exemplo: se a empresa realizou um workshop sobre segurança no trabalho, também vale observar se houve redução de comportamentos inseguros, aumento no número de pessoas fazendo uso correto de EPIs, maior adesão aos procedimentos, crescimento no reporte de riscos e quase-acidentes e confiança das equipes para interromper atividades diante de situações potencialmente perigosas.
A ISO 10015:2019, que trata de gestão de competências e desenvolvimento de pessoas, reforça justamente essa visão mais sistêmica dos treinamentos: aprendizagem como processo planejado, monitorado e continuamente aprimorado, não como ação isolada.
Melhorar a qualidade dos treinamentos e trilhas de aprendizagem é um passo importante para consolidar a agenda ESG na sua organização! Se você quiser ampliar essa visão, leia nosso conteúdo sobre como implementar práticas ESG na sua empresa.
Cases de sucesso em educação corporativa
Um ótimo exemplo de tudo o que falamos até aqui são os projetos que realizamos com a RD Saúde. O desafio era capacitar fornecedores críticos, começando pela construção civil, em temas ligados à agenda ESG, especialmente direitos humanos.
O público tinha uma rotina operacional específica, familiaridade limitada com a linguagem da sustentabilidade e pouco tempo para consumir formações longas.
A nossa resposta foi estruturar o programa de aprendizagem e engajamento com materiais dinâmicos: cartilhas, pílulas de vídeo, quizzes e materiais visuais de apoio.
Os conteúdos falavam sobre temas diretamente ligados à realidade dos fornecedores, como resíduos, prevenção ao assédio, segurança e condições de bem-estar, controle de cronograma e carga horária.
O sucesso do projeto não foi apenas pelo conteúdo, mas pelo modo como ele foi traduzido para aquele público específico. O uso de formatos curtos reduziu barreiras de acesso e os materiais de consulta rápida favoreceram a aplicação prática. Já os quizzes ajudaram a verificar aprendizagem sem transformar o processo em burocracia.
O resultado foi robusto o suficiente para justificar a expansão do modelo para outros grupos de fornecedores críticos da RD Saúde.
Embora os treinamentos sejam uma frente importante da nossa atuação, nosso trabalho é mais amplo: pensamos e executamos estratégias consistentes e bem-sucedidas para a gestão ESG ao longo de toda a cadeia de valor.
Conheça aqui outros cases de sucesso da Civicus em impacto, comunicação e mobilização de públicos estratégicos!
Atenção aos erros mais comuns
Alguns padrões aparecem com frequência em iniciativas e reduzem o engajamento das ações de educação corporativa:
- Materiais longos demais, sem progressão clara: cansam e dificultam a continuidade;
- Objetivos vagos: impedem medir resultados com clareza;
- Plataformas complexas: criam barreiras de acesso e uso;
- Linguagem técnica ou corporativa demais: afasta e dificulta a compreensão;
- Gamificação sem propósito: não gera engajamento real;
- Falta de elementos visuais: torna o conteúdo menos atrativo;
- Ausência de interação: torna o conteúdo maçante e reduz o envolvimento do público;
- Conteúdo produzido sem ouvir ou entender bem o público: perde relevância e possibilidade de conexão.
Esses erros não são detalhes, pois afetam diretamente a disposição das pessoas para começar, continuar e aplicar as informações.
Transforme educação corporativa em estratégia com a Civicus
Treinamentos de sustentabilidade, workshops, trilhas de formação, pílulas de vídeo não devem ser tratados como iniciativas vagas de comunicação. Toda ação voltada para a educação corporativa ajuda a construir a base cultural que permite que a agenda ESG saia do discurso e entre, de fato, na prática cotidiana da organização.
Seus treinamentos têm dado resultado? Você sabe mensurar adesão, aprendizagem e impacto prático? A Civicus pode ajudar com um diagnóstico gratuito para identificar oportunidades de melhoria na sua estratégia de engajamento.
Se gostou do conteúdo, continue acompanhando o nosso blog para explorar novos conteúdos sobre sustentabilidade, comunicação, engajamento e impacto social!
Autor(a)
Carla da Silva Oliveira
Referências
ALBERTIN, Alberto Luiz; BRAUER, Marcus. Educação corporativa a distância: por que tanta resistência? REDIGE, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p. 141-157, 2010. Disponível em: https://eaesp.fgv.br/sites/eaesp.fgv.br/files/pesquisa-eaesp-files/arquivos/albertin_-_educacao_corporativa_a_dist.pdf. Acesso em: 27 mar. 2026.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 10015:2019: Gestão da qualidade – diretrizes para a gestão de competências e desenvolvimento de pessoas. ABNT, 2019. Disponível em: https://www.iso.org/obp/ui/en/#iso:std:iso:10015:ed-2:v1:en. Acesso em: 27 mar. 2026.
CIVICUS. Case RD Saúde: formação ESG para fornecedores críticos. [S. l.]: Civicus, [s. d.]. Disponível em: https://civicus.com.br/case/formacao-esg-para-fornecedores-criticos/. Acesso em: 27 mar. 2026.
MONTEIRO, Rodrigo da Silva et al. Motivação e engajamento na educação corporativa mediada por tecnologia da informação. RISTI – Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação, n. E41, p. 178-192, fev. 2021. Disponível em: https://eaesp.fgv.br/sites/eaesp.fgv.br/files/pesquisa-eaesp-files/arquivos/albertin1.pdf. Acesso em: 27 mar. 2026.